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POR QUE NOS MELINDRAMOS?

“Até mesmo as impaciências, que se originam de contrariedades muitas vezes pueris, decorrem da importância que cada um liga à sua personalidade, diante da qual entende que todos se devem dobrar.” Um Espírito Protetor (Bordéus. 1863) O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO – Cap. IX, Item 9.
 
Por que nos ofendemos?
Por que temos tanta suscetibilidade em relação a tudo que nos cerca?
Quais as razões de encolerizarmos perante fatos desagradáveis?
Eis três perguntas para as quais devemos dirigir nossa meditação, caso queiramos entender o que se passa conosco nos desafios do progresso espiritual.
Iniciemos nossas ponderações conceituando a palavra ofensa. Existe a ofensa por razões naturais, provenientes do instinto de defesa e preservação. Através dessas agressões, recebemos da mente os sinais de alerta para avaliarmos com melhor exatidão e conveniência e o grau de perigo ou importância do que nos cerca.
É natural nos ofendermos com “palavrões” que causam “dores aos ouvidos sensíveis”, é natural nos ofendermos ao ver dois seres humanos se agredirem, é mais que justo que nos ofendamos e tenhamos raiva ao sermos assaltados em uma rua, seria muito natural nos ofendermos quando formos injustamente julgados pelas pessoas que nos conhecem. A ofensa tem sua faceta benéfica, porque não devemos aceitar tudo que acontece à nossa volta passivamente, sem uma reação que nos faça sentir lesados ou ameaçados. O objetivo desse sentimento será sempre o de nos colocar a pensar na elaboração de uma conduta ajustada à natureza das agressões que sofremos.
Contudo, larga diferença vai entre a ofensa natural e o melindre, que é a reação neurótica às ofensas. Melindre é o estado afetivo doente de fragilidade, que dilata a proporção e natureza das agressões que sofremos do meio. Pequenas atitudes ou delicadas situações são motivos suficientes para que o portador do melindre se agaste terrivelmente, fechando-se em corrosivo sistema de mágoa e decepção com os fatos e as pessoas que lhe foram motivo de incômodos e contrariedade. Assim, aumenta a intensidade do fato e desgasta-se afetivamente através de imaginações febris sobre a natureza das ocorrências que lhe afetaram.
Sabemos que a mágoa é o peso energético nascido das ofensas transportadas conosco dia após dia como fosse um “colesterol da alma”, causando-nos males no corpo e no Espírito. Sabemos também que a irritação é como se fosse dura martelada no sistema nervoso, levando-nos ao interesse e perda energética.
Então por que agasalhar semelhantes malefícios quando temos tanto esclarecimento?
Compreendamos algo sobre os mecanismos da ofensa e da cólera para avaliarmos sobre as razões que nos inclinam para essa atitude de desamor, e, fazendo assim, procuremos, igualmente, através do melhor entendimento oferecer a nós próprios o corretivo, para os problemas de melindre e contrariedades do dia a dia.
Primeiramente deixemos claro que na raiz do melindre e da ofensa está o orgulho. Vejamos o que nos diz o codificador a esse respeito: “Julgando-se com direitos superiores, melindre-se com o que quer que, a seu ver, constitua ofensa a seus direitos. A importância que, por orgulho, atribui à sua pessoa, naturalmente o torna egoísta”. (01)
O que está por trás da grande maioria das ofensas humanas são as contrariedades, ou seja, tudo aquilo que não acontece como se gostaria que acontecesse. Contrariar para a maioria das criaturas significa ser contra aquilo que se espera ser nocivo aos planos pessoais, ser prejudicial, ser desvantajoso. Nessa ótica, tudo aquilo que não ofereça alguma vantagem na nossa forma de conceber os benefícios da vida é algo inoportuno, indevido, que não deveria ter ocorrido, gerando reações no mundo íntimo, cujos reflexos poderão ser percebidos de criação de sentimentos de pessimismo, infelicidade, desapontamento, animosidade, tristeza e rancor.
Excetuando alguns casos de educação mal orientada na infância, esse “vício de não ser contrariado” foi adquirido pelo Espírito em suas diversas vilegiaturas reencarnatórias, nas quais teve todos os interesses pessoais atendidos a qualquer preço. É o velho hábito da satisfação plena dos desejos da personalidade que, dispondo de poder e recursos, não hesitou em colher sempre para si mesmo os frutos dos bens divinos que lhe foram confiados nas transatas experiências. Hoje, renasce em condições que limitam suas tendências de saciação egoísta, instaurando um delicadíssimo sistema de “revolta silenciosa” quando não consegue o atendimento de seus interesses, experimentando uma baixa tolerância a frustrações. Essa “revolta” é o movimento interior de repúdio da alma aos novos quadros da vida a que é lançada, nos quais é compelido, pela força das circunstancias, a aprender a obediência aos ditames da Lei Natural, nem sempre afinados com seus gostos e aspirações individuais. Esse é o preço justo que pagamos pelo costume de ser atendido em tudo que queríamos no pretérito, quando deveríamos ter aproveitado as ocasiões de fartura e liberdade para sermos atendidos naquilo que fosse o melhor para todos.
Assim, a alma passa hoje por uma série de pequenas ou grandes situações na vida, se ofendendo e irritando com quase todas, desde que contrarie seus interesses individualistas. Um singelo ato de esquecer um documento ou ainda o simples ato de não ser correspondido num pedido a um familiar, ou mesmo, não ter sido escolhido para assumir a presidência da tarefa espírita, todos são motivos para a irritação, o desgaste e a animosidade, podendo chegar às raias da ofensa, da mágoa e do desequilíbrio. O estado íntimo nesse passo reproduz a nítida sensação de que tudo e todos estão contra sua pessoa, e fatos corriqueiros podem se tornar grandes problemas, enquanto os grandes problemas podem se tornar tragédias lamentáveis...
Os prejuízos desse hábito não cessam com as contrariedades, porque não se consegue improvisar defesas para um condicionamento tão envelhecido de hora para outra. Uma faceta das mais comuns desse “estado de suscetibilidade” aos fatos da vida pode ser verificada na “neurose de controle”, a qual pode ser entendida como a atitude de tentar levar a vida de forma a não permitir nenhuma contrariedade, nenhuma decepção. Essa “neurose” pode ser considerada como uma maneira de se defender do “vício de não ser contrariado”.
Mas não para por aqui essa sequência de expiações na vida íntima. O esforço em controlar tudo para que as coisas aconteçam “a gosto” tem como principal metamorfose a preocupação. Preocupação é o resultado de quem quer ter domínio sobre tudo da sua existência. Surge inesperadamente ou por uma razão plausível, mas é, em muitas ocasiões, o resultado oneroso dessa “necessidade de tomar conta de tudo” para não acontecer o pior, o inesperado.
Classifiquemos com maleabilidade nas conceituações três espécies de dramas que vivem os contrariados:

* Contrariado crônico – é aquele que não aceitou o próprio ato de reencarnar, já trazendo impresso na aura o clima de sua insatisfação, que irá refletir em todas as suas realizações. Casos como esse tendem a transtornos de natureza mental.

* “Colecionador de problemas” – é aquele que traz, de outras vivências corporais, o vício da satisfação de interesses pessoais e que busca seu ajuste com os atuais quadros de limitação na reencarnação presente, desenvolvendo a preocupação com problemas reais e irreais em razão de tentar um controle sobre-humano nos fatos naturais de existência.

* O adulto frustrado – é aquela criança que foi mal orientada, que teve quase todos os seus desejos e escolhas atendidas, criando ausência de limites e baixa resistência à frustração. Foi à criatura impedida pelos pais de se frustrar com os problemas próprios das crianças.

Em qualquer uma das situações citadas, o sentimento de ofensa será parte comum na vida dessas criaturas, podendo suscitar pequena ocorrências de decepção rotineira ou ainda dramas dolorosos da psicopatia, conforme as tendências e valores de cada Espírito. A psicopatologia do futuro verá na contrariedade uma grave doença mental e a etiologia de severos transtornos da alma.
O que importa a todos nós é o ingente trabalho de renovação no campo dos nossos interesses. Afeiçoar-se com mais devoção a aceitar as vicissitudes da vida, com resignação e paciência, fazendo o melhor que pudermos a cada dia em busca da recuperação pessoal, otimismo, ante os revezes, trabalho perante as perdas, confiança e boa convivência com amigos de ideal, serviço de amor ao próximo, instrução consoladora, fé no futuro e boa dose de humildade são as medicações para ofensas e ofendido na doença do melindre.
Ofendemo-nos é impulso natural em vista dos direcionamentos que criamos nas rotas do egoísmo. Contudo, Deus não criou um sistema de punições para seus filhos e nos concede a todo instante o direito de perdoarmos. E, perdoar, acima de tudo, significa aprender a aceitar sua Vontade Sábia e Justa em favor de nossa paz, na construção de dias mais plenos em sintonia com os grandes interesses do Pai.

ERMANCE DUFAUX
Livro: REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO

(01) OBRAS PÓSTUMAS, Allan Kardec – Primeira Parte: “O egoísmo e o orgulho”.
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Biografia de Allan Kardec


Neste dia 03 de Outubro de 2011, lembramos o dia em que encarnava na terra, o codificador da Doutrina Espírita. E será desta postagem que iremos iniciar uma série de homenagens aos que trabalharam de forma ímpar para a difusão do Espiritismo.
Nada melhor que começar do começo, com aquele personagem da nossa história, que fez de sua vida, uma das maiores missões já vistas pela humanidade.
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A vida de Allan Kardec pode ser contada de várias maneiras.
Para melhor compreensão de alguns aspectos, preferimos dividi-la em duas fases distintas: a primeira em que, desde o seu nascimento até a idade dos 50 anos, foi conhecido por Hippolyte Léon Denizard Rivail; e a segunda, quando se tornou espírita e passou a assinar Allan Kardec.



1ª fase:

Allan Kardec nasceu em Lyon (França), a 3 de outubro de 1804 e foi registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail.

Iniciou seus estudos na escola de Pestalozzi (em Yverdun, Suiça). A educação transmitida por Pestalozzi marcou profundamente a vida futura do jovem Rivail.

Tornou-se educador e entusiasta do ensino, tendo sido várias vezes convidado por Pestalozzi para assumir a direção da escola, na sua ausência. Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino e foi autor de várias obras didáticas, que em muito contribuíram para o progresso de educação, naquela época.



2ª fase:
Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o “fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida”.

Passa então a observar estes fenômenos; pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na descoberta das causas.
Aplica a estes fenômenos o método experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e, partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece a autenticidade daqueles fenômenos.
Convenceu-se da existência dos espíritos e de sua comunicação com os homens.

Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.

De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo; sob a assistência dos Espíritos Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e Religioso.
Além das obras básicas da Codificação(Pentateuco Kardequiano), contribuiu com outros livros básicos de iniciação doutrinária, como: O que é o Espiritismo, O Espiritismo na sua mais simples expressão, Instruções práticas sobre as manifestações espíritas e Obras Póstumas.
A estas obras junta-se a Revista Espírita, “jornal” de estudos psicológicos, lançado a 1º de janeiro de 1858 e que esteve sob sua direção por 12 anos.
É também de sua iniciativa a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858 - primeira instituição regularmente constituída com o objetivo de promover estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.

Assim surgiu o Espiritismo: com a ação dos Espíritos Superiores, apoiados na maturidade moral e cultural de Allan Kardec, no papel de codificador.
Com a máxima “Fora da caridade não há salvação”, procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.

E a este princípio cabe juntar outro: “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade”. Esclarece Allan Kardec:


 “A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.
Denominado “o bom senso encarnado” pelo célebre astrônomo Camille Flammarion, Allan Kardec desencarnou aos 65 anos, a 31 de março de 1869.
Em seu túmulo, no cemitério de Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: “Nascer, Morrer, Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.
Transcrito integralmente de Impresso publicado pela USE -SP
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O Espiritismo


"O Espiritismo é ao mesmo tempo uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática, consiste nas relações que se podem estabelecer com os Espíritos; como filosofia, compreende todas as conseqüências morais que decorrem dessas relações.
O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, da origem e da destinação dos espíritos, e das suas relações com o mundo corporal."



Fundador / Codificador: Allan Kardec   
Data de Fundação: / / 1857
Codificada na França no mês de abril de 1857, pelo bacharel em letras e ciências, e professor universitário, Hippolyte Denizard Rivail (Allan Kardec), a religião Espírita prefere se identificar também como ciência de observação embasada numa doutrina filosófica.

Os espíritas ensinam que Allan Kardec é o codificador da doutrina e não o fundador, pois os fenômenos espíritas existem desde quando Deus criou o ser-humano.

Foram as americanas Magie e Katie Fox que deram início definitivo ao moderno Espiritismo. O espírito de Charles Rosna, assassinado aos 30 anos começou a se comunicar com essas irmãs. O fato teve uma divulgação tão grande que atraiu pessoas de muitos lugares.

Há mais de 40 milhões de espíritas no mundo e o número de simpatizantes desta religião é quase 4 vezes maior.

No Brasil, a primeira seção espirita registrada realizou-se no dia 17 de setembro 1865, em Salvador, Bahia, sob a direção de Luís Olímpio Teles de Menezes, que fundou nesse mesmo ano o primeiro centro espírita com o nome de Grupo Familiar do Espiritismo.

No Rio de Janeiro, surgiu no dia 2 de agosto com o nome de Sociedade de Estudos Espiríticos do Grupo Confúcio.

Dois anos depois, esses núcleos espíritas lançaram uma revista traduzida de várias obras fundamentais de Allan Kardec. Em 1883 foi fundada a revista Reformador que se tornou o órgão oficial da Federação Espírita Brasileira.

Desde então se multiplicaram os grupos e centros espíritas em todo o país.

Atualmente, a Federação Espírita Brasileira estima que há cerca de 10 milhões de adeptos do espiritismo, 30 milhões de simpatizantes, e quase 55 mil centros espalhados por todo o território nacional.

O Brasil é hoje o líder mundial do Espiritismo.

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Uma Visão Espírita do Homossexualismo sem o Dissimulado Purismo Cristão

Jorge Hessen 


 Recebemos por email este artigo de Jorge Luis Hessen sobre homossexualismo e o apresentamos para apreciação dos nossos visitantes... 


Site: http://meuwebsite.com.br/jorgehessen 




 As múltiplas experiências humanas pela reencarnação e os repetidos contatos com ambos os sexos proporcionam ao espírito as tendências sexuais na feminilidade ou masculinidade e este reencarna com ambas polaridades e se junge, muitas vezes contrariado, aos impositivos da anatomia genital e da educação sexual que acolhe em seu ambiente cultural. Consoante essas experiências tenderá para qualquer das duas opções e o fará nem sempre de acordo com sua aspiração interior, que poderá ser inverso ao que determina o meio sociocultural. Emmanuel ensina na obra “Vida e Sexo” que o “Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas”.([i]) 


Além disso, há vários fatores educacionais que poderiam contribuir para despertar no indivíduo as tendências sepultadas nas profundezas de seu inconsciente espiritual. E, ainda que desempenhe papéis de acordo com a sua anatomia genital e que seu psiquismo se constitua de acordo com sua opção sexual, poderá ocorrer que se desperte com desejos de ter experiências afetivas com pessoas do mesmo sexo. Tal ocorrência poderá lhe tumultuar a consciência caracterizando, por aquele motivo, um transtorno psíquico-emocional. A convivência do espírito com o sexo oposto ao que adotou em cada encarnação, bem como aquelas na qual exerceu sua opção sexual, irão plasmar em seu psiquismo as tendências típicas de cada polaridade. Explica Emmanuel, a homossexualidade, também hoje chamada transsexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com uma outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação.”([ii]) Na questão 202 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos: “Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher?” “Isso pouco lhe importa” responderam os Benfeitores, “o que o guia na escolha são as provas por que haja de passar”([iii]) esclareceram os Espíritos. 


A genética tem tentado encontrar genes que explicariam a homossexualidade como sendo desvio de comportamento sexual. A psiquiatria tenta encontrar enzimas cerebrais que poderiam influenciar no comportamento sexual. Mas a sede real do sexo não se acha no veículo físico, porém na estrutura complexa do espírito. É por esse prisma que devemos encarar as questões relacionadas ao sexo. Dia virá que “a coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos”.[iv] Não podemos confundir homossexualismo com desvio de caráter, até porque os deslizes sexuais de qualquer tendência têm procedências diversas. Suas raízes genésicas podem vir de profundidades íntimas insondáveis. “A própria filogênese([v]) do sexo, que começa aparentemente no reino mineral, passando pelo vegetal e ao animal, para depois chegar ao homem, apresenta enorme variação de formas, inclusive a autogênese[geração espontânea] dos vírus e das células e a bissexualidade dos hermafroditas”([vi]), para alguns pesquisadores justifica o aparecimento de desvios sexuais congênitos. 


Com a liberação sexual e a ascensão do feminino na sociedade contemporânea, a tolerância ao homossexualismo aumentou, permitindo que uma grande quantidade de pessoas que viviam no anonimato se expressasse naturalmente. Chico Xavier explica de forma clara o seguinte, “não vejo pessoalmente qualquer motivo para criticas destrutivas e sarcasmos incompreensíveis para com nossos irmãos e irmãs portadores de tendências homossexuais, a nosso ver, claramente iguais às tendências heterossexuais que assinalam a maioria das criaturas humanas. Em minhas noções de dignidade do espírito, não consigo entender porque razão esse ou aquele preconceito social impedirá certo número de pessoas de trabalhar e de serem úteis à vida comunitária, unicamente pelo fato de haverem trazido do berço características psicológicas e fisiológicas diferentes da maioria. (...)Nunca vi mães e pais, conscientes da elevada missão que a Divina Providencia lhes delega, desprezarem um filho porque haja nascido cego ou mutilado. Seria humana e justa nossa conduta em padrões de menosprezo e desconsideração, perante nossos irmãos que nascem com dificuldades psicológicas?”([vii]) A Doutrina Espírita é libertadora por excelência. Ela não tem o caráter tacanho de impor seus postulados às criaturas, tornando-as infelizes e deprimidas. A energia sexual pede equilíbrio no uso e não abuso ou repressão. 


O Espiritismo não condena a homossexualidade, contrariamente, recomenda-nos o respeito e fraterna compreensão para com os que têm preferências homoafetivas. Muitas vezes pode até ser alguém tangido pelo apelo permissivo que explode das águas tóxicas do exacerbado erotismo, somados aos diversos incentivadores pseudocientíficos da depravação, que podem estar desestruturando seu sincero projeto de edificação moral, através de uma conduta sexual equilibrada.([viii]) Por isso mesmo, não pode ser discriminado, nem rejeitado, pois, como admoesta Jesus, “aquele dentre vós que não tiver pecados, que atire a primeira pedra”([ix])... Como já vimos com Emmanuel no início desta exposição, não há masculinidade plena, nem plena feminilidade na Terra. Tanto a mulher tem algo de viril, quanto o homem de feminil. Antigamente a educação muito rígida e repressiva contribuía para enquadrar o indivíduo "ambisséxuo", em seu sexo natural. Assumir a homossexualidade não significa mergulhar em um universo de atitudes extremadas e desafiadoras perante seu grupo de relacionamento familiar ou profissional, “mas fazer um profundo exercício de autoaceitação, asserenar-se por dentro a fim de poder reconhecer perante si mesmo e todo seu círculo de amigos e parentes que vivem uma situação conflitante. O verdadeiro desafio é a construção interna para superar os desejos. E não estamos aqui referindo-nos exclusivamente a desejo sexual e sim a toda espécie de desejos que comandam a vida das criaturas.” ([x]) Emmanuel enfatiza que “O mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie [homossexual], somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade devidos às criaturas heterossexuais.”([xi]) 


O homossexualismo não deve, pois, ser classificado como uma psicopatia ou comportamento merecedor de discriminação ou medidas repressivas. O homossexual, especialmente o “transsexual”, merece toda a nossa compreensão e ajuda, para que ele possa vencer sua luta de adaptação ao novo sexo adquirido com o renascimento. Outra questão extremamente controvertida, para muitos cristãos, é a possibilidade da união estável (casamento) entre duas pessoas do mesmo sexo. Ante a miopia preconceituosa do falso purismo religioso da esmagadora maioria de cristãos supostamente “puros”, isso é uma blasfêmia. Isto torna o tema bastante complexo e, portanto, aberto para discussões. Porém, após refletir bastante sobre o assunto e, sobretudo, tendo como alicerce as opiniões de Chico Xavier, entendemos que a união estável (casamento) entre homossexuais é perfeitamente normal, sim. Só conseguiremos entender melhor a questão homossexual depois que estivermos livres dos (pré)conceitos que nos acompanham há muitos milênios.


 Arriscaríamos a afirmar, que a legalização do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, é um avanço da sociedade, que estará apenas regulamentando o que de fato já existe. Seria lícito a duas pessoas do mesmo sexo viverem sob o mesmo teto, como marido e mulher? A propósito, vasculhando fontes sobre esta mesma indagação encontramos em Folha Espírita a resposta de Emmanuel “A esta indagação o Codificador da Doutrina Espírita formulou a Questão 695, em O Livro dos Espíritos, com as seguintes palavras: ‘O casamento, quer dizer, a união permanente de dois seres, é contrária à lei natural?’ Os orientadores dos fundamentos da Doutrina Espírita responderam com a seguinte afirmação: ‘É um progresso na marcha da humanidade.’ Os amigos encarnados no plano físico com a tarefa de sustentar e zelar pelo Cristianismo Redivivo, na Doutrina Espírita, estão aptos ao estudo e conclusão do texto em exame.”([xii]) (grifamos) Tanto o homossexual como o heterossexual devem buscar a sua reforma interior, não cedendo aos arrastamentos provocados pelos impulsos instintivos e sensuais. O que é ilícito ao hétero, também o é ao homossexual, ambos precisam “distinguir no sexo a sede de energias superiores que o Criador concede à criatura para equilibrar-lhe as atividades, sentindo-se no dever de resguardá-las contra os desvios suscetíveis de corrompê-las. O sexo é uma fonte de bênçãos renovadoras do corpo e da alma”([xiii]) Mister, portanto, reconhecer que ao serem identificados os pendores homossexuais das pessoas nessa dimensão de prova ou de expiação, é imperioso se lhes oferte o amparo educativo pertinente, nas mesmas condições que se administra instrução à maioria heterossexual da sociedade. 


 Acreditamos, por fim, que estas idéias poderão levar, a quantos as lerem, a meditar, em definitivo, sobre o assunto, lembrando que o homossexualismo transcende em si mesmo a simples questão da permuta sexual.






([i])Xavier, Francisco Cândido. Vida e Sexo, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001. 
([ii])______, Francisco Cândido. Vida e Sexo, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001. 
([iii])Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. Feb, 2000, perg. 202 
([iv])_______, Francisco Cândido. Vida e Sexo, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001. 
([v]) Filogenia (história evolucionária das espécies) opõe-se à ontogenia (desenvolvimento do indivíduo desde a fecundação até a maturidade para a reprodução.)
 ([vi])Disponível em acessado em 21/04/06 
([vii]) Publicada no Jornal Folha Espírita do mês de Março de 1984 
([viii]) A recomendação do Espiritismo para o respeito e a compreensão para com os irmãos que transitam em condições sexuais inversivas (homossexualismo) ocorre em função do sentimento de fraternidade ou caridade que deve presidir o relacionamento humano, mas igualmente pelo fato de que nenhum de nós tem autoridade suficiente para condenar quem quer que seja, pois todos temos dificuldades morais e/ou materiais graves que precisam de educação.
 ([ix])João, cap. VIII, vv. 3 a 11 
([x])Disponível em acessado em 21/04/2006
 ([xi]) _______, Francisco Cândido. Vida e Sexo, Ditado pelo Espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001. 
([xii]) Publicada no Jornal Folha Espírita do mês de Julho de 1984. 
([xiii]) Xavier, Francisco Cândido. Conduta Espírita, Ditado pelo Espírito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2001.
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O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM MP3

Livro dos Espíritos também pode ser ouvido... 



 Deseja saber o mínimo sobre a Doutrina dos Espíritos, mister se faz conhecer “O LIVRO DOS ESPÍRITOS”, publicado por Allan Kardec, em 1857. Passados mais de 150 anos de sua existência na Terra, “O Livro dos Espíritos”, além de poder ser lido, já pode também ser ouvido. Já existem algumas versões em CD, no formato MP3, com aproximadamente 13 horas de áudio. Para quem está com alguma limitação visual ou esteja dirigindo no trânsito congestionado nas grandes cidades ou mesmo para quem não pôde se alfabetizar, eis uma boa opção pra escutar 1.019 perguntas (formuladas por Kardec) e respostas (dadas pelos Espíritos). Há quem fale mal do Espiritismo sem que nunca tenha dado a oportunidade de ler um livro genuinamente espírita. A maioria dos maledicentes falam por puro “pré-conceito”; no máximo, leram livros contra a Doutrina Espírita. Se ler dá trabalho, agora, em MP3, eis uma boa chance de conhecer na fonte o que seja o Espiritismo.


 Vendas e Informações: CLEJA - Clube do Livro Espírita Joanna de Ângelis Raimundo Santos Cel:(85) 9973.5760 
 E-mail: clejace@yahoo.com.br
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Conhecer-se Conhecer-se quer dizer imbuir-se da idéia de que é necessário olharmos constantemente para dentro de nós mesmos e comprovar, com experiências inteligentes, o potencial das nossas possibilidades e aperfeiçoar o que empreendemos. Conhecer-se é antecipar-se às necessidades, atuar num plano mais produtivo, dedicar-se com maior entusiasmo a empreendimentos de ordem superior. Aquele que se conhece possui maior confiança em si mesmo, sabe que caminho a seguir, e não teme os perigos que se lhe possam antepor. Vive mais pela inteligência e pela razão, características dos que se integram no seu veradadeiro EU. O Grande filósofo Socrates advertia as pessoas a tomarem consciência de seus próprios limites: “Conhece-te a ti mesmo”, gostava de dizer, isso vai além do “macaco, olha teu rabo”, o que Socrates propunha é que tivessemos coragem de perceber que nossas certezas não são certezas, e que os sábios não são os que mais respondem, mas sim, os que mais interrogam. Ele estimulava as pessoas a questionar as idéias estabelecidas. (colega)Samuel Lima 06.12.08
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RECOMECEMOS

"Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho" - Jesus (Mateus, 9:16) Não conserves lembranças amargas. Viste o sonho desfeito. Escutaste a resposta de fel. Suportaste a deserção dos que mais amas. Fracassaste no empreendimento. Colheste abandono. Padeceste desilusão. Entretanto, recomeçar é benção na Lei de Deus. A possibilidade da espiga ressurge na sementeira. A água, feita vapor, regressa da nuvem para a riqueza da fonte. Torna o calor da primavera, na primavera seguinte. Inflama-se o horizonte, cada manhã, com o fulgor do Sol, reformando o valor do dia. Janeiro a Janeiro, renova-se o ano, oferecendo novo ciclo ao trabalho. É como se tudo estivesse a dizer: "Se quiseres, podes recomeçar". Disse, porém, o Divino Amigo que ninguém aproveita remendo novo em pano velho. Desse modo, desfaze-te do imprestável. Desvencilha-te do inútil. Esquece os enganos que te assaltaram. Deita fora as aflições improfícuas. Recomecemos, pois, qualquer esforço com firmeza, lembrando-nos, todavia, de que tudo volta, menos a oportunidade esquecida, que será sempre uma perda real. Emmanuel Psicografado por Francisco Cândido Xavier Do livro "Palavras de Vida Eterna"
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III Semana Chico Xavier

PROGRAMAÇÃO SEMANA CHICO XAVIER • EXPOSIÇÃO: "UM HOMEM CHAMADO AMOR" LOCAL: SHOPPING BENFICADATA: 24/03 a 13/04/2008 • PALESTRA: "CHICO XAVIER, UM FENÔMENO HUMANO E MEDIÚNICO" – ENTRADA FRANCA LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES DE FORTALEZA PALESTRANTE: CARLOS BACELLI DATA: 04/04/2008HORÁRIO: 19:30h • PEÇA TEATRAL: "CHICO XAVIER, A MÃO DOS IMORTAIS" – GRUPO LEMA LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES DIAS: 5 e 6 de ABRIL DE 2008 HORÁRIO – 19 HORAS VALOR: 10,00 + 01 QUILO DE ALIMENTO INGRESSOS A VENDA NA LIVRARIA SINAL VERDE - RUA PRINCESA ISABEL, 255 CENTRO.
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Velho Índio

CERTO DIA UM VELHO INDIO,SENTA-SE A BEIRA DO FOGO E FICA A OBSERVAR... SEU JOVEM NETO(GUERREIRO)SENTA-SE AO SEU LADO... O VELHO INDIO OBSERVANDO AQUELE JOVEM DIZ:DENTRO DE CADA SER HUMANO EXISTEM DOIS LOBOS QUE LUTAM ENTRE SI CONSTANTEMENTE...UM REPRESENTA O BEM O OUTRO REPRESENTA O MAL... O JOVEM OBSERVANDO A FOGUEIRA DIZ:SE LUTAM QUEM VENCE?O LOBO DO BEM OU O LOBO DO MAL? O VELHO OLHA DENTRO DOS OLHOS DO NETO E DIZ:AQUELE QUE VC ALIMENTA.
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LINKS DE VIDEOS ESPÍRITAS NA INTERNET



Envie-nos videos e links de documentários, músicas ou qualquer assunto espírita que você encontrar na internet. 


Aqui vai algumas dicas de links do site YOUTUBE para você assistir!

(Vídeo explicativo sobre espiritismo) http://www.youtube.com/watch?v=fL5Y7nQYzfw


(Espiritismo no Brasil ) http://www.youtube.com/watch?v=Cp4HZdiu1ac


(Trabalho do Espiritismo Ética Espírita) http://www.youtube.com/watch?v=6ycvuCU-l30


(PERSONALIDADES QUE TORNARAM O ESPIRITISMO VIVO, COM A CODIFICAÇÃO DE ALLAN KARDEC E COM O AMPARO DE JESUS.) http://www.youtube.com/watch?v=47SezoZwA1U


(ESPIRITISMO - EXPERIENCIA DE QUASE MORTE FAUSTÃO) http://www.youtube.com/watch?v=XPzTa-HDV3A


(O ESPIRITISMO RESPONDE(PROGRAMA TERCEIRA REVELAÇÃO ONDE SÃO ABORDADOS TEMAS E REFLEXÕES - HOJE A RESPOSTA DO ESPIRITISMO EO EVANGELHO NO AR )http://www.youtube.com/watch?v=_CAt-SlUFoQ
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III CHÁ IRMÃOS DO CAMINHO

III CHÁ IRMÃOS DO CAMINHO Apresentações __ARISTIDES com teatro de boneco__ __músico FRANCISCO NUNES__ __buffet com SELF-SERVICE__ __palestra sobre os 150 anos da Doutrina Espírita com FRANCISCO CAJAZEIRAS(ICE)__ ***programação especial para as crianças*** Dia 18 de Agosto de 2007 Rua Amazonas, 499 Quadra de esportes do Colégio MORANGUINHO A partir das 17:00h INGRESSOS À VENDA NA LOJA DA FASCÍNIO FLORICULTURA, COLÉGIO TANCREDO NEVES E NA SOCIEDADE ESPÍRITA IRMÃOS DO CAMINHO. Valor:R$5,00 Informações:(85)88679504/(85)88615990 MAIS INFORMAÇÕES NO BLOG www.seic.gigafoto.com.br (este evento terá a sua renda totalmente revertida para a construção do salão de palestra e da ampliação das instalações da Sociedade Espírita irmãos do Caminho) NO LOCAL... VENDAS DE CAMISAS DO EVENTO, LIVROS E CD'S ESPÍRITAS INSCRIÇÕES PARA O XV ENECE RECEBIMENTO DE NOTAS E CUPONS FISCAIS SEJAM TODOS CONVIDADOS A ESSA ENCONTRO DE LUZ!
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PALESTRAS MÊS DE JUNHO

CONFIRA OS TEMAS, DATAS E OS SEUS RESPECTIVOS ORADORES QUE IRÃO SER REALIZADAS NA SEIC NESTE MÊS DE JUNHO. 05/06 POR QUE IR A CASA ESPÍRITA Célia Regina (Irmãos do Caminho) 12/06 HOMOSSEXUALIDADE Jaime (C. E. Caminheiros da Luz) 19/06 PENAS E CONSOLAÇÕES Cézar Santos (C. E. Léon Dennis) 26/06 A ÍDEIA DE DEUS PELO CONHECIMENTO Leonardo (Casa da Sopa)
O HORÁRIO DE ÍNICIO É AS 19:30.
NESTE MESMO DIA, REALIZAMOS O T.E.(TRATMENTO ESPIRITUAL). PARA ISSO, RECOMENDA-SE QUE CHEGUE AS 18:30 PARA O ATENDIMENTO FRATERNO. SEJAM TODOS SEMPRE BEM VINDOS A NOSSA CASA FRATERNA!
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