DOMÍNIO

“Nós comprovamos que vocês, bárbaros ingleses, desenvolveram a natureza e o costume dos lobos, saqueando e roubando bens pela força”. (...) vieram a nosso país com o espírito do lucro. Que conhecimentos têm a nosso respeito? Sua ganância se parece com a voracidade dos animais. Porem vocês ignoram nossas leis e nossas instituições, vocês desconhecem os princípios justos. (...) Além da força de seus navios, da violência de seus canhões, que outras qualidades vocês possuem? (Texto do panfleto distribuído por uma sociedade política secreta chinesa em 1856) Em época do domínio imperialista europeu onde se cometia barbáries contra povos africanos e asiáticos, quando a tortura dominava com as mais infelizes formas de “correção” como: enfiar agulhas em baixo da unha, bater na sola dos pés até o osso aflorar, empalar humanos, passar mel no corpo e lança-los as formigas. Oh! Que belos exemplos de civilidade deram os europeus! Em meados do século XIX, ressurge profunda e cientifica a Doutrina Regeneradora, nos fazendo atentar profundamente para o amor ao próximo. Em meio à crise provocada pela chaga da humanidade, o orgulho e egoísmo onde as situações calamitosas, os infortúnios, desavenças, a “doença” depressão. Não podemos fechar os olhos aos irmãos que sofrem. Olvidemos que na Pluralidade das Existências, talvez fizemos partes dos bárbaros ou dos civilizados. A Ideologia do século XIX era beneficiar a humanidade, querendo educá-las com dores na carne. Certa vez num canto quaisquer da África, subiram numa colina e armaram duas maquinas que seriam testadas pela primeira vez; a criatividade humana desconhecia limites! Miraram numa aldeia onde povos descansavam tranqüilamente, quando do alto cuspia fogo incessante ao ponto de imaginarem que o “fim do mundo” era chegado. Na volta para casa, na Londres, o brinde da vitória: medalhas, louvores, condecorações e aplausos. Graças a grande metralhadora inglesa, a África via a civilização! Os tempos são outros, mas as raízes da maldade estão presentes, no atual século as metralhadoras são verbais, o fogo dos projeteis são o desprezo e intolerância ao próximo. A Vida Maior nos permite o Natal para a aproximação das almas, permite as festas para o esquecimento das ofensas. Então! Antes dos tradicionais votos e promessas, vamos fazer votos de amor e promessas de melhorar-nos? (UEF) Samuel Lima 08.12.08

Um comentário:

  1. Irmãos do caminho,
    preciso URGENTEMENTE contar com o auxílio de vc's, me informando o criador da arte ESPIRITISMO 150 ANOS em DOURADO q têm no blog de vc's (ou quem detêm essa arte ou de onde a tiraram).
    Aguardo o BREVE retorno de vc's.
    Valéria Torres

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